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Presidente do IDESIMA, Wagner Lopes, lamenta a morte de Rose Bombom

Prof Correia

Editor Chefe

calendar_today 21 de maio de 2026
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Presidente do IDESIMA, Wagner Lopes, lamenta a morte de Rose Bombom

Presidente do IDESIMA, Wagner Lopes, lamenta a morte de Rose Bombom

Além de Wagner, Regueiros de São Luís e movimentos sociais lamentam a morte da artista Rose Bombom

Os regueiros de São Luís e diversos movimentos sociais do Maranhão lamentam, com profunda tristeza, a morte da grande artista e ativista cultural Rose Bombom. A DJ faleceu nesta quarta-feira (20), em decorrência de complicações de saúde que vinha enfrentando nos últimos meses.

Natural do município de São Vicente Ferrer, Rose estava internada em um hospital particular de São Luís, onde recebia acompanhamento médico intensivo.

Reconhecida como uma das principais representantes do movimento reggae no estado, Rose Bombom construiu uma trajetória marcante nas tradicionais radiolas e casas de reggae da capital maranhense. Figura emblemática da cultura popular, conquistou o respeito e a admiração de colegas, amigos e do público pela sua dedicação à música e às causas sociais.

Segundo Wagner Lopes, Rose também teve papel importante na política maranhense ao integrar a candidatura coletiva RAÇA, como candidata a vereadora.

“Rose foi peça importante na engrenagem política do Coletivo RAÇA. Pela sua luta e sua história, merecia um mandato de vereadora. Mas o destino lhe reservou outra missão: cuidar do povo e da cultura do Maranhão, sempre lutando contra o preconceito e a discriminação”, destacou Wagner.

Veículos especializados e portais da comunidade regueira, como o iReggae, manifestaram pesar pela partida da artista e prestaram solidariedade aos familiares, amigos e admiradores.

Wagner Lopes também ressaltou o compromisso de Rose Bombom com a valorização da cultura popular e das tradições afro-brasileiras.

“Rose Bombom tinha orgulho de afirmar suas raízes e sua religião de matriz africana. Representava o bumba meu boi, o reggae e defendia com firmeza o tambor de crioula. Em se tratando de cultura, ela era vigilante e sempre lutou para que houvesse mais políticas públicas para esses segmentos”, afirmou.

A morte de Rose Bombom deixa uma grande lacuna na cultura maranhense, especialmente no movimento reggae, onde seu legado permanecerá vivo na memória de todos que acompanharam sua trajetória de luta, resistência e amor pela cultura popular.

VAMOS RELEMBRAR

 

 

 

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