Festa Cultural Indígena na Aldeia Gurupiuna celebra tradição, resistência e valorização dos povos originários
Prof Correia
Editor Chefe

Como de praxe, o prefeito Júnior Garimpeiro deu total suporte para a realização da festa, com participação ativa, e recebeu muitos elogios ao lado do secretário de Cultura, Renato Melo, que, junto com sua equipe, preparou uma brilhante celebração dedicada a quem mais merece reconhecimento neste país.
A festa foi realizada na Aldeia Gurupinuna, considerada uma aldeia de proteção, situada nas Terras Indígenas Turiaçu. O evento teve caráter cultural e contou com a presença do Prefeito júnior garimpeiro acompanhada da jovem Natalia, sua filha belinha , lideranças e caciques de diversas aldeias.
Caciques e lideranças indígenas presentes:
Aldeia Parakui – cacique Chai, professor Oquire e o flautista Herinho;
Aldeia Sítio Novo – cacique Carlos, o artesão Alexandro e a professora Cibila;
Aldeia Canindé – cacique Ciba.
Representando o Município, o Legislativo e a Educção Municipal :
Secretário adjunto de cultura : Lucas
Secretária de comunicação: Viviane Cardoso
Secretáriaria de turismo : Luana Oliveira
Secretaria de articulação política : Rosângela
Vereador Marcos (Representando o Legislativo Municipal)
Assessor : Luís cupim
Professor Reginaldo (Representando a SEMED)
A programação foi bastante diversificada, com várias brincadeiras, atrações culturais e exposição de peças artesanais produzidas pelos próprios indígenas, valorizando a identidade e os saberes tradicionais.
“Estar presente nesta festa é sinal de respeito aos nossos indígenas. Eles merecem essa homenagem e muito mais reconhecimento da sociedade brasileira, que infelizmente ainda os vê, muitas vezes, com preconceito e discriminação. Nosso dever, como conhecedores da história dos povos indígenas, é desmistificar toda e qualquer visão que vá de encontro à cultura dos povos originários”, enfatizou o prefeito Júnior Garimpeiro.
O secretário de Cultura, Renato Melo, também destacou sua relação histórica com a causa indígena:
“Desde muito cedo vi meu pai, Nonato Melo, envolvido com as causas dos povos indígenas. Ainda criança, presenciei a visita de muitos deles à minha casa. Ao observar a beleza dessa cultura, segui os mesmos caminhos do meu pai. Aprendi a me importar com os parentes, de modo especial com os Ka’apor. Eles merecem essa homenagem e muitas outras. Esta festa também demonstra que estamos unidos contra todos aqueles que ameaçam a paz de quem, antes de nós, já era dono desta terra de Santa Cruz.”
A celebração, vivida intensamente nas aldeias, representa um momento de resistência, valorização cultural e reflexão sobre direitos. As comemorações destacam a diversidade dos povos originários por meio de danças, rituais e debates sobre avanços importantes, como a criação do Ministério dos Povos Indígenas, reforçando a luta contínua por reconhecimento e respeito.










